Não acredite em tudo que você lê – Mini conto #2

O que está escrito pode ser lido como a mais pura verdade, como um manual para seguir a vida. 

Se apegar ao céu, ao inferno é fácil. 

Os deus são o que somos e, também, são a importância que damos a eles.

No entanto, esquecemos que palavras passam por filtros, e esse filtro é quem da vida a elas.

Segui-lo é fechar os olhos para o ser. Segui-lo é acreditar em frases.

Sem nunca saber, ao certo, se eram

devaneios

pegadinhas 

ou mentiras descaradas 

de um artista 

de um maluco 

ou de alguém normal.

As palavras são, e não são. Brincadeiras. 

Levá-las em consideração pode ser libertador, porém fatal.

(Poema em prosa escrito por Ana Barros)

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