#3 diário de escrita: Escrita é processo!

Para quem não sabe eu comecei a escrever um livro no fim de 2018 e me embrenhei nessa construção durante toda a pandemia. Terminei de escrever o primeiro esboço no fim de 2020 e percebi que por mais que eu tivesse um livro inteiro em mãos, eu ainda tinha muito o que aprimorar. 

Tanto que nunca coloquei esse livro no mundo, sabia que ele ainda não estava pronto. 

Fiquei insegura com as possíveis reações contrárias. 

Fiquei com medo de que não vendesse. 

Não queria passar vergonha no meio literário com uma obra inacabada. 

Então, engavetei. 

Guardei, não para me esconder atrás dele e sim para estudar e melhorar, para que enfim ele ficasse o mais próximo de bom que eu pudesse. Foi aí que eu decidi começar a pós graduação no Instituto Vera Cruz e depois de um ano lendo e relendo os meus textos, e dos meus colegas, eu decidi começar um segundo livro. Isso mesmo, sem ter finalizado o primeiro. Confesso que eu não gosto de praticar a mesma atividade por muito tempo e precisava trocar, começar do zero, sabe? Eu não deixei aquele primeiro livro de lado, ele será trabalho e retrabalhado, tenho pensado muito nele ultimamente e nas novidades e aprendizados que eu posso trazer na sua construção. Mas me embrenhei em uma história nova e divertida. 

Escrevo todos os dias, alguns mais, outros menos, não no ritmo que eu gostaria, mas no ritmo que meu corpo e minhas outras atividades permitem. Quando eu comecei a respeitar o meu processo criativo e as minhas vontades em relação a projetos artísticos tudo saiu com mais fluidez. Eu ainda tenho que escrever esse livro em um ano, e entregá-lo em abril de 2023, mas agora tento confiar no processo e aceitar as minhas próprias vontades e limitações.

#2 Diário de escrita – Dois meses escrevendo Uma vida infinita

A pressão de escrever o livro em um ano me pegou. Como eu poderia escrever algo bom em tão pouco tempo? Essa é a única coisa ruim da pós: entregar um livro finalizado no final. Desde a última entrada nesse diário a história evoluiu pouco, os personagens ainda estão no começo de sua aventura, e eu busco formas de escrever e me concentrar, nada efetivo ainda.

Foram mais dois capítulos e três entregas para a correção dos meus colegas da pós, ouvi críticas positivas e negativas. Isso é ótimo porque me faz evoluir na escrita. Os dias passaram tão rápido que eu nem vi. A @venereinceramica nasceu, mas o livro está devagar. Não se pode ter tudo, às vezes temos que priorizar certas coisas.

Espero que melhore. Abril começou com esperança de escritas mais intensas ❤️

#1 Diário de escrita – Primeira semana escrevendo meu segundo livro!

Photo by Etienne Girardet on Unsplash

Já faz um tempo que quero escrever um diário de escrita. Acho importante documentar os passos que me levarão até a completude desse projeto. Por mais difícil que seja eu vou ter que terminar esse livro até abril de 2023 para apresentar na banca de TCC. Eu faço uma pós graduação chamada: formação de escritores. Sempre abrevio e digo que faço pós graduação em escrita criativa, mas não sei se isso é correto, de qualquer forma essa é uma maneira mais simples de explicar sobre o curso.

Essa semana tivemos que entregar o projeto de livro, onde falamos sobre os porques de nossas escolhas e mostramos um cronograma detalhado do processo de escrita. Coloquei que escreveria um capítulo de dez páginas por semana, o que eu espero conseguir, mas quem escreve sabe o quão difícil isso é. A narrativa que escolhi como projeto foi algo que eu nunca imaginei que escreveria: uma história de fantasia. Uma mulher quebrada, meu primeiro livro (que ainda não terminei) é uma história bem realista, e eu sempre imaginei que continuaria nessa pegada.

Decidi experimentar em uma das oficinas passadas, onde escrevi três contos. Cada um com o ponto de vista de um personagem: Teodora, Vitória e Caio. Teodora é uma mulher que viaja no tempo enquanto dorme, mas ela não tem controle sobre suas viagens. Vitória é uma bruxa que usa o álcool como combustível. Caio é o filho perdido de Teodora, ele viaja no tempo também, mas como um espectro. Todos eles são praticamente imortais. Essa história rendeu elogios e depois de refletir sobre o que eu queria como projeto decidi me jogar nessa história.

Tive que finalizar o primeiro capítulo essa semana. Para escrever ele eu usei partes que eu já tinha do conto anterior e adicionei algumas coisas que fariam mais sentindo para a trama. Por falar nisso, é uma trama complexa, onde os personagens se encontram em tempos e lugares diferentes. Meu foco inicial era discorrer sobre três cidades que eu amo: São Paulo, Florença e Tânger. Isso mudou um pouco e eu adicionei mais cidades na lista, e também mais do passado e do futuro. É isso, teremos passado, presente (o nosso) e o futuro tudo em um mesmo lugar. Vou de 5009 A.C até 3065 D.C. O que será que vai sair disso? Ainda não sei, mas estou louca para descobrir!

Escrituras para um fim de ano!

2021 foi um ano muito tumultuado para mim, um daqueles anos onde todas as ruas se convergem em uma. O Covid, que tive duas vezes; o tumor na tireóide que eu descobri no final de 2020; a pós graduação que decidi começar mesmo com todas as coisas fora do lugar; o Clube do Livro Contemporâneas, que foi uma grande alegria nos momentos mais intranquilos; Uma mulher quebrada, o livro que continuei trabalhando mesmo quando tudo parecia se desfazer dentro dele. 

O cansaço do meu corpo pelo o estresse e a depressão aumentavam, mas eu queria fazer todas essas coisas: escrever, incentivar a leitura de escritoras mulheres, estudar, criar. Confesso que deixei essa página um pouco de lado na época em que fiz a cirurgia de retirada do tumor e depois quando estava no processo de recuperação. Porém, tudo deu certo e em novembro eu estava curada. 💕

A pós graduação ainda está em andamento. Contra o COVID eu tomei a terceira dose. Uma mulher quebrada ainda está sendo trabalhado. E o Rumo ao Farol, apesar das idas e vindas recebeu presentes maravilhosos! 5 escritoras independentes mandaram seus livros para mim. Cada livro que eu recebia meu coração ficava quentinho, porque significava que o que o Rumo ao Farol estava fazendo o que se propôs. Ainda não tive tempo de ler alguns, você que me acompanha sabe de todas as leituras obrigatórias que tive esse ano, mas minha meta para janeiro de 2022 é ler todos eles. 

@contosdesamsara Michele Fernandes, @renatasferri Renata Ferri, _marilia_sk Marília Santos Krüger, @rafatavareskawasakiRafaela Tavares e @marceladantes Marcela Dantés, agradeço a confiança de vocês em mim e no Rumo ao Farol e espero que o livro de vocês voem para mais pessoas nesse ano que vai entrar. É muito bonito ver, que mesmo no Brasil, onde tem um número baixíssimo de leitores, e pouco incentivo para as letras, vocês tiveram a coragem e a paciência de colocar essas histórias no mundo! É um feito para se orgulharem. Espero que em 2022 eu entre para essa turma das mulheres publicadas também, junto de vocês. ✨

OBRIGADA!

Crescer com a crítica – Dica valiosa para quem quer começar a escrever.

Tava aqui pensando: quando escrevemos algo e colocamos no mundo, estamos passíveis a críticas. Às vezes pode ser doloroso, porque a gente se apega ao material que temos. Eu estou escrevendo um romance que se chama Uma mulher quebrada, e eu sabia que não tava lá essas coisas.

Aí, eu decidi que era hora de mostrar para meus colegas da pós (temos oficinas onde criticamos textos dos colegas e eles criticam o nosso), mesmo sabendo que ia chover crítica. Eu tava muito nervosa porque ninguém gosta de ouvir que o seu trabalho de anos está ruim, né? 

Mas mesmo assim reuni forças e mandei três capítulos. Minha barriga doía, juro. Sabia que ia ter muita coisa para arrumar. Mas sabe, foi a melhor coisa que eu fiz. Eles olharam com outros olhos (os meus já estavam saturados daquele texto), mostram as incongruências, o que tinha que melhorar e o que já estava bom. 

Eu me mexi, arrumei tudo que eles disseram e aprumei outras coisas que achava que fazia sentindo para história. O livro já estava completo, e agora eu estou reescrevendo ele inteiro, apesar de ainda não ter respostas para algumas questões. Enfim, foi muito importante ter pessoas ao meu lado criticando (com delicadeza) meu texto. As entregas foram passando e eu vi (meus colegas também) como melhorei nesses últimos meses.

O processo de escrita é longo, requer cuidado e ajuda. Hoje já não fico nervosa quando entrego um texto. Fico até feliz!

Atos de coragem VS. inseguranças.

Atos de coragem e insegurança
Photo by Katrina Wright on Unsplash

Escrever é um ato solitário. Até o momento em que você dá um texto seu para alguém ler, você já deve ter escrito pelo menos umas 200 páginas. Para mim isso só acontece quando algo está finalizado ou em vias de. Até lá fico remoendo sozinha os defeitos e as qualidades dele. Isso quando tenho coragem de mostrar para alguém, a insegurança de que algo não está tão-bom-assim me consome. Acho que somos seres inseguros por natureza (no caso a natureza é a sociedade que nos fala que não somos boas o suficiente) e isso causa um estrago danado nos nossos projetos.

É tão fácil se comparar ao amiguinho que está dando certo na página ao lado, sem lembrar que “dar certo” é algo muito relativo. Na verdade, ouso dizer, que isso nem existe. Por exemplo: você pode estar fazendo um doutorado e nunca ter tido um trampo que desse um bom retorno financeiro; ou você pode estar nadando em grana sem ter alcançado níveis acadêmicos altos; você pode ter se tornado um escritora publicada com seu primeiro livro, mas não fez as viagens que sonhou; ou fez todas essas viagens e não publicou seu primeiro livro. A vida é feita de momentos temporais de escolhas e vontades. Tudo pode mudar, até seus gostos e profissões.

A insegurança nos impede de ver as coisas que já alcançamos. Achamos que podemos perder tudo quando algo não acontece como queremos. Eu terminei de escrever um romance sem nunca ter tido educação universitária em comunicações ou letras, e isso é uma coisa gigante para mim. São 218 páginas que eu escrevi sozinha. Mas, eu ainda estou insegura em colocar ele no mundo, prevejo críticas e tenho medo que isso abale a escritora que existe dentro de mim. Como vou saber o que pode acontecer sem deixar que leiam?

Para toda insegurança existe um “leap of faith”* que precisa ser saltado. Então, dentro de algumas semanas meu livro estará no ar na plataforma Kindle e em mim existe uma combinação de friozinho na barriga com um leve enjoo, que só vai passar depois desse grande ato de coragem.

*salto de fé

Viajando Sozinha Pela Primeira Vez

Letreiro em Londres na Carnaby Street

Letreiro em Londres na Carnaby Street

Desde que me entendo por gente eu sonho em conhecer o mundo. Quero ver lugares, pessoas, sabores e aromas diferentes. Sempre acreditei que ficar em um único lugar a vida inteira era pequeno demais para mim. Sabia que poderia rodar por todos os continentes e encher minha cabeça de conhecimentos e histórias. Confesso que tive medo, era nova demais e estar sozinha longe de casa me assustava. Por sorte eu me desafiei e fui atrás do meu sonho pela primeira vez na vida.

Nessa época eu ja morava sozinha em uma cidade grande, mesmo assim eu nunca fiquei mais de cem quilômetros de distância da minha família. Até que eu terminei um relacionamento longo e decidi: é hora de ir para um lugar desconhecido. Conversei com meus pais e eles aceitaram me apoiar nessa – como eles disseram – loucura.

Tinha dezenove anos quando sai do pais pela primeira vez, o destino: Londres. Fui fazer um curso de inglês e moda por um mês. Escolhi fazer todo processo por uma agência, e dois meses depois eu senti aquele frio na barriga enquanto embarcava. Foram quatorze horas até a cidade dos meus sonhos, durante o voo eu comecei a experimentar essa nova cultura. As “guloseimas” servidas no avião da British Airways eram completamente diferentes dos daqui. E eu estava encantada.

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Depois do empurrão inicial tudo fluiu, o medo se dissipou, foi tão fácil quanto viver em São Paulo – até mais – eu podia ir e vir com muita facilidade. Conheci pessoas que guardo no coração até hoje, fui a lugares que nunca imaginei ir e vi estilos e roupas completamente diferentes. O cheiro da cidade era uma mistura de selvagem e urbano, o clima era leve e fresco e a multidão era inimaginável.

Estar sozinha la – e pela primeira vez – me ensinou que eu consigo fazer coisas por mim e que é uma delicia levar meus pensamentos para passear. Estar sozinha me mostrou que se estou bem comigo tudo vai bem e não é necessário me rodear de pessoas para ser feliz. O sentimento de liberdade é o meu preferido, pois ele me trouxe alegrias, descobertas e me fez ver que o mundo vai muito além do meu umbigo. Aprendi a respeitar pessoas pelo o que elas são, suas histórias e vivências. Ninguém é igual a ninguém e só vemos isso depois que saímos de casa.

Me descobri uma mulher forte – não mais uma menina – que poderia ganhar mundo. Se eu puder dar um conselho para você que está me lendo é: Vá viajar sozinha! Não existe nada melhor.

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Me conta como foi sua primeira experiência viajando sozinha? Vou adorar saber ❤

Usamos Porque Gostamos Ou Porque Está Na Moda? – Em Busca De Um Estilo Próprio

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Vivemos em um mundo globalizado. As roupas que vemos aqui foram criadas em algum pais da Europa, feitas na Ásia e vendidas no resto do mundo. Já não escolhemos mais o tecido perfeito para um vestido novo, hoje as coisas são muito mais práticas e mais baratas. Mas nossas escolhas foram reduzidas para, apenas, o que está na vitrine. Se alguma Kardashian/Jenner usa alguma roupa, logo logo ela vai estar nas araras. E por algum motivo nós nos espelhamos nessas mulheres bem sucedidas e ricas.

Ás vezes eu sinto que o estilo próprio se perdeu e virou uma mistura de vários estilos de famosos. Estamos consumindo essas tendências porque gostamos ou porque queremos ser iguais a uma certa pessoa?

Como ter um estilo próprio em um mundo dominado por tendências?

Eu lembro de assistir um programa chamado Esquadrão da Moda (o internacional) e eu via muitas mulheres com um estilo super interessante sendo colocadas em caixinhas. A sociedade não compreendia a criatividade delas e não as levava a sério. Só porque não seguiam os padrões. Claro, que esse programa ajudou muitas mulheres a se sentirem melhores consigo mesmas e mais bonitas – lembrando que tem muita coisa mais importante do que beleza – mas também podou muita gente.

Quero que a gente saia dessas caixinhas que nos colocaram!

Estou cansada de ver muuuuita mulher incrível tendo seu estilo podado porque tem que ser mais sensual o mais “certinha”. Ou porque o que ela está usando não condiz com o que está “na moda”. Ou porque não consegue se expressar no meio de tanta informação e  “tendências”.

Sempre questiono tudo a minha volta e hoje eu estou te convidando para questionar também. Se pergunte:

Você usa roupas que realmente gosta ou roupas que estão na moda?

Você gostaria de ter um estilo diferente e sente dificuldade para construir ele?

Só assim você vai ter certeza se está indo no caminho certo – quando se trata de estilo – e pode se abrir, ou se fechar, para novas referências sem ser engolidas por elas. Não se prenda a tendências. Não siga as regras. Quando todos estão iguais o mundo fica sem graça e sem vida. Vamos dar espaço para criatividade, trazer referências meio malucas e fazer da moda algo divertido e inspirador. Não uma obrigação!

Esse questionamento pode ser visto em cada produção que eu coloco aqui! Quero fugir dos padrões e construir algo meu. Algo diferente! Sem deixar que modinhas e regras me prendam.

https://www.instagram.com/p/Bl5oZZyHdtH/?taken-by=pequenas.aventuras

https://www.instagram.com/p/Bl87N_LHH4f/?taken-by=pequenas.aventuras

Obrigada por estar comigo até aqui ❤


Camisa: Brechó

Calça: Brechó

Sapato: Zara

Reformular, Aprender, Fazer – Moda Sustentável Na Prática

Foto minha com lookinho de brechó; camisa roxa, azul e verde; calça risca de giz; sapato social feminino. Pose de frente.

Foto minha com lookinho de brechó; camisa roxa, azul e verde; calça risca de giz; sapato social feminino. Pose tipo estatua grega.

Foto minha com lookinho de brechó; camisa roxa, azul e verde; calça risca de giz. Pose até o quadril, cobrindo o rosto.

Foto minha com lookinho de brechó; camisa roxa, azul e verde; calça risca de giz. Plano americano de frente.

Foto minha com lookinho de brechó; camisa roxa, azul e verde; calça risca de giz; sapato social feminino. Pose de costas.

Comecei escrevendo sobre desemprego, dei dicas de como sobreviver ao trabalho fixo, falei um pouquinho sobre meu sonho de ser nômade digital e no meu ultimo post eu apresentei meu primeiro lookinho. Esse é um blog bem eclético, escrevo sobre tudo que me importo e me interessa. De uns tempos para ca eu deixei ele de lado, pois estava reformulando meu conteúdo, tanto aqui quanto no canal.

Estava procurando por um assunto especial para falar por aqui, um assunto que eu tivesse bagagem.

Eu encontrei.

Há anos venho estudando moda sustentável e consumo consciente, ja trabalhei com isso e conheci muitas pessoas e marcas bacanas. Foi uma época bem feliz pois todo mundo era tão “pra frente” e engajado. Parecia que podíamos mudar o mundo.

Podemos sim!

A partir de hoje eu vou escrever sobre isso, vou mostrar meus lookinhos com roupas de brechó, vou apresentar marcas sustentáveis e vou falar sobre assuntos mais sérios também, como trabalho escravo e produção de lixo! Já estou preparando tudo com muita atenção e cuidado.

Aos poucos conteúdo novo vai aparecendo, para ficar de olho e não perder nada é só seguir meu Instagram:

https://www.instagram.com/p/BlohVXtHN2v/?taken-by=pequenas.aventuras

https://www.instagram.com/p/BlqTknBnP4U/?taken-by=pequenas.aventuras

https://www.instagram.com/p/BltT1K2HtB2/?taken-by=pequenas.aventuras

Muito feliz por você estar aqui nesse novo capitulo do blog ❤

Beijos!


Camisa: B.Luxo (Brechó na Augusta, SP)

Calça: Era da minha mãe

Relógio: Era da minha avó

Sapato: Comprei em uma ponta de estoque em Franca, SP (Há uns 6 anos atrás)

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